Dançando com Valentim
Tal qual uma Fênix velha, ressurjo das cinzas depois do Encontro Nacional da ABVC, em Angra dos Reis. Choveu um dilúvio por dia durante todo o feriadão de Corpus Christi. Na segunda-feira soprou um vendaval de levantar cachorro magro das calçadas, ou de assanhar a cabeleira como costuma cantar o mestre Valença. O tempo mudou da cachaça pro vinho: dias lindos intercalados por noites de friozinho gostoso.
Aí eu dancei. Eita gripezinha miserável. Quase a semana toda na cama com febre, mau-humor, fastio e dor no corpo. Olhando pelo lado bom, e procurando, às vezes, se acha pelo menos um lado bom: perdi umas gramas de peso, pois não comi nada nem ninguém, dormi pra caramba, necas de pitibiriba de cigarros na boca e álcool, só o do spray usado para aliviar a dor na garganta.
Casado há 30 anos com a mesma mulher não costumo mais comemorar o dia dos namorados, mas tinha até pensado numa homenagem aos amantes modernos, como se faz lá no Hemisfério Norte, em 14 de fevereiro, no Valentine’s Day. Estima-se que, mundo afora, bilhões de mensagens românticas são enviadas neste dia, só perdendo para o natal. Que o diga a timeline no facebook entupida de coraçõezinhos.
Mesmo atrasado vai aqui uma série de fotos que tirei de um casal dançando na rua da praia de Sebastopol, cidade ucraniana na Península da Criméia, onde está estacionada a frota russa do Mar Negro.
Clica aí para as fotos em tamanho grande.











gripe forte… aahhhh… pinga com limão nela!!! tomou sarou
!!! Melhoras caro Helio…
Só 30 anos e já parou de comemorar?! Vá lá, vamos recuperar o romantismo!!
Ei maninho p seu próprio bem e p minha cunhada não ficar sem comemoração toma vacina p gripe tá?