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Pirenópolis – Sabores do Cerrado

quarta-feira, 2 novembro, 2011 @ 9:41 pm

SaboresCerrado

Ah, as frutas do Cerrado. E os sorvetes, então? São dezenas de sabores, como alguns mostrados na foto abaixo, no cartaz da Sorveteria Sabores do Cerrado, em Pirenópolis. As meninas (Joana e Caetana, e Rejane e Mara – não tão meninas assim) se esbaldaram. Os meninos (Pablo e este que vos escreve mais Bené, também não tão meninos) curtiram mais os bares. Que são muitos, a maior parte na Rua do Lazer que fervilha de gente a partir do fim da tarde.

SorvetesCerrado PabloCaetana

O meu ponto preferido pra tomar uns drinques em Pirenópolis é a Cachaçaria e Bar Seo Rosa, na Rua do Rosário 17, a tal Rua do Lazer, que tinha uma Devassa trincando de gelada. Das mais de 250 marcas de cachaça, em homenagem à minha nora, eu dei umas bicadas na Caetana, uma honesta caninha de Curvelo, nas Minas Gerais, com 40% de álcool, envelhecida em barris de carvalho e cerejeira, cuja dose sai a R$5.

SeoRosa

Só nós a bordo do Seu Rosa num fim de noite, tive tempo para conversar com Dona Elza, a mãe de Adilson, ou Dil, o paulista que se encantou com a cidade e se mudou cinco anos atrás de mala, cuia e garrafas. Dona Elza, como eu, não sabe nadar e morre de medo d´água. Por sua sugestão acabamos experimentando os bolinhos de carne, que no cardápio leva o nome de… Dona Elza.

Outras iguarias que não podem faltar na mesa de um turista no Planalto Central são os pratos temperados com pequi (um fruto nativo do Cerrado que vai com arroz, com frango caipira, carne de porco e várias outras combinações) e o empadão goiano, uma torta salgada feita com massa de pão recheada com lombo ou pernil de porco, lingüiça em pedaços, frango desfiado, queijo meia-cura, ovo cozido, azeitonas e palmito. O tradicional leva guariroba, uma espécie de palmito que para o meu CanoaCanadenseKalmarpaladar é muito amargo. Ah sim, tem também as pamonhas. Para o paraíba aqui, acostumado com a doce, a pamonha salgada, recheada com lingüiça e apimentada, é um verdadeiro pitéu!

E olha só o que achei dependurado em uma parede do Pirineus Café, na Praça do Coreto: uma jóia de madeira, a canoa canadense do estaleiro Kalmar, lá de Itajaí, toda reluzente em mogno. Parece que o mar me persegue quando viajo para o interior.

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  1. Fagner Murilo Vasco permalink
    sábado, 5 outubro, 2013 @ 3:56 pm 3:56 pm

    Desculpe Meu amigo, mas a canoa que você está referenciando não é da Kalmar, é da Mastro D’ascia… é feita com laminas de madeira a vácuo. A Kalmar não fabrica canoas com esta tecnologia, apenas em strip planking

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